Eu na Comunicação

Propósito além da crítica: A trajetória de Carlinhos Ortega na comunicação

Conheça a jornada do profissional que transformou o “Você não tem voz” em um sucesso no rádio e no digital.

No Eu na Comunicação de hoje, vamos contar a história de Carlos Alberto Ortega, comunicador, radialista, locutor, blogueiro, um profissional completo na comunicação. Com uma trajetória incrível e de muito valor.

Nascido em Irapuru (SP), no dia 03 de dezembro de 1992, na Santa Casa de Irapuru, que hoje já não existe. “Tenho muito orgulho da minha terra”, conta.

Com o nome artístico e de profissão, Carlinhos Ortega, explica como sempre foi apaixonado pela comunicação, desde criança. “O meu sonho era me tornar comunicador, mais especificamente do rádio. Eu sempre tive o sonho de trabalhar em rádio, de falar de celebridades e tal”.

Os primeiros “dinheirinhos” que ganhava na infância eram gastos comprando revistas. Carlinhos conta que sempre trabalhou no ramo da alimentação, e utilizava seu pagamento nas coleções de Revistas, como a Revista Amiga, Minha Novela, revista de fofoca. Sempre gostou muito desse universo e investia pesado nisso.

Impulsionado por essa paixão, canalizou seus recursos para a comunicação, investindo na Lan House para movimentar o Blogpost que criou na época, denominado “Babado, Confusão e Gritaria”. Carlinhos chegava a pagar 2 ou 3 horas seguidas, até que o esforço o levou a abrir uma conta própria na Lan House para dedicar-se integralmente ao início da sua comunicação.

Carlinhos criou o seu blog no Orkut, que migrou para o Facebook e do Facebook para a junção com o Instagram. Hoje o blog conta com mais de 3 milhões de visitas mensais.

O comunicador demonstra um aprendizado contínuo, buscando se aprofundar e adquirir conhecimento não apenas no mundo acadêmico, mas também na prática da profissão. Em função do trabalho exercido, incluindo a cobertura de notas policiais, e por possuir o DRT e o curso de oratória, se considera um jornalista.

O rádio, paixão de infância, entrou na sua vida de forma desafiadora. Após receber um “banho de água fria” do diretor de uma rádio local que disse: “Você não tem voz para trabalhar no rádio”, essa fala dura não foi o bastante para o parar.

Com a mudança na direção da rádio, ele finalmente teve sua chance. Foi convidado para trabalhar na emissora por um ex-patrão que conhecia seu potencial. Carlinhos lembra que suas “primeiras vivências com a comunicação [foram] nessa questão de Rádio né, dentro da rádio comunitária.”

Em seguida, migrou para o Jornal Interativo, onde passou a escrever matérias policias, conciliando com a apuração de notícias com a gestão do seu blog.

“Mas as coisas só começaram a acontecer mesmo depois de 2013, 2014, que foi quando eu entrei na Band“.

Dentro da Band FM, Carlinhos permaneceu por 10 anos, realizando tudo que a profissão exige, desde programação musical a coberturas.

Atualmente, é apresentador de um podcast, locutor de rádio e continua ativo em seu blog. Na casa Nativa FM e 101 FM, o comunicador faz sucesso, consolidando-se na nova casa há 4 meses. Os projetos, no entanto, vão além do rádio e da internet: “Em breve eu pretendo lançar meu primeiro livro… E é algo que aí nos próximos meses, nos próximos anos, eu quero me dedicar à carreira de escritor”. O livro será um romance misturado com thriller, focado em contar histórias.

A trajetória de Carlinhos Ortega é a prova de viva de que a opinião de terceiros não pode determinar o propósito ou o brilho de uma estrela. Sua persistência provou que a vocação sempre se sobrepõe à crítica inicial.

Aprendi a ser o máximo possível de mim mesmo

Carlinhos Ortega

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